Santa Catarina terá Atlas de Bioenergia para mapear potencial energético de resíduos
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Responsabilidade editorial: Biometano News

Com investimento de R$ 5 milhões, a iniciativa pretende ampliar o conhecimento sobre as principais cadeias de resíduos do Estado, reunindo em uma única base informações que atualmente estão dispersas, destaca a FIESC.
O objetivo é transformar esses dados em subsídios para novos projetos, investimentos e soluções voltadas à transição energética e à descarbonização da indústria.
O levantamento permitirá identificar oportunidades de aproveitamento energético de resíduos de diferentes setores produtivos, considerando as características e necessidades de cada região catarinense.
O levantamento permitirá identificar oportunidades de aproveitamento energético de resíduos de diferentes setores produtivos, considerando as características e necessidades de cada região catarinense.
Além de diagnosticar o potencial disponível, o trabalho vai mapear demandas regionais e competências tecnológicas que possam contribuir para o desenvolvimento de soluções em bioenergia.
A expectativa é que o Atlas funcione como uma ferramenta estratégica para empresas, investidores, pesquisadores e gestores públicos.
A expectativa é que o Atlas funcione como uma ferramenta estratégica para empresas, investidores, pesquisadores e gestores públicos.
Com informações organizadas e qualificadas, esses públicos poderão avaliar oportunidades, orientar decisões e planejar iniciativas de acordo com a disponibilidade de recursos e as condições de cada território.
A proposta também poderá contribuir para aproximar o conhecimento científico das necessidades do setor produtivo, estimulando a inovação e o desenvolvimento de tecnologias para o aproveitamento de resíduos.
A iniciativa foi aprovada no Edital FAPESC 028/26 e será liderada pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de Santa Catarina (SENAI/SC).
A iniciativa foi aprovada no Edital FAPESC 028/26 e será liderada pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de Santa Catarina (SENAI/SC).
O projeto contará com a participação de 37 bolsistas e envolverá instituições de ensino e pesquisa com atuação em diferentes áreas do conhecimento.
Entre as instituições parceiras estão a Universidade Regional de Blumenau (FURB), a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), a Universidade da Região de Joinville (Univille), a Universidade Comunitária da Região de Chapecó (Unochapecó), a Embrapa Suínos e Aves e a Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC).
Entre as instituições parceiras estão a Universidade Regional de Blumenau (FURB), a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), a Universidade da Região de Joinville (Univille), a Universidade Comunitária da Região de Chapecó (Unochapecó), a Embrapa Suínos e Aves e a Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC).
A articulação entre essas organizações deverá reunir conhecimentos técnicos e científicos para ampliar a capacidade de análise e identificar alternativas de aproveitamento energético dos resíduos.
A proposta surgiu a partir das discussões do Hub de Descarbonização da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (FIESC), iniciativa que reúne atores interessados em desenvolver caminhos para reduzir as emissões de gases de efeito estufa na atividade industrial.
Ao sistematizar informações sobre recursos disponíveis, demandas e capacidades tecnológicas, o Atlas de Bioenergia pretende fortalecer o planejamento energético estadual e apoiar a construção de soluções alinhadas à realidade catarinense.
A proposta surgiu a partir das discussões do Hub de Descarbonização da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (FIESC), iniciativa que reúne atores interessados em desenvolver caminhos para reduzir as emissões de gases de efeito estufa na atividade industrial.
Ao sistematizar informações sobre recursos disponíveis, demandas e capacidades tecnológicas, o Atlas de Bioenergia pretende fortalecer o planejamento energético estadual e apoiar a construção de soluções alinhadas à realidade catarinense.
A iniciativa também reforça a importância da cooperação entre indústria, universidades e centros de pesquisa para transformar resíduos em recursos, ampliar as alternativas de geração de energia e impulsionar uma economia mais sustentável e de baixo carbono.
Publicado originalmente em biometanonews.blogspot.com
