Gasmig aposta no biometano para ampliar atuação no Triângulo Mineiro
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Responsabilidade editorial: Biometano News

A estatal mineira Gasmig aposta no potencial de produção de biometano para expandir a atuação na região do Triângulo Mineiro
Em entrevista ao Alta Voltagem, programa de TV da CNN, o presidente da empresa, Gustavo De Marchi, disse que, em vez de depender apenas da extensão da rede tradicional de gás natural, a empresa quer aproveitar a forte presença da agroindústria na região para a produção de biometano.
O biometano, ou gás natural renovável, é obtido a partir da purificação do biogás, uma mistura de gases que têm como origem o processo natural de decomposição de resíduos orgânicos em ambientes onde não há troca de ar - a digestão anaeróbica.
A companhia lançou uma chamada pública que prevê investimentos de até R$ 1 bilhão em cerca de 400 quilômetros de rede para fomentar o uso do gás renovável.
A proposta é desenvolver redes isoladas ligando cidades-polo do Triângulo Mineiro e formar um hub de biometano.
Segundo Marchi, a combinação entre produção e consumo na própria região favorece o projeto, ao reduzir a necessidade de transportar o gás por grandes distâncias.
Segundo Marchi, a combinação entre produção e consumo na própria região favorece o projeto, ao reduzir a necessidade de transportar o gás por grandes distâncias.
A projeção é alcançar uma produção de 250 mil metros cúbicos por dia, principalmente a partir do setor sucroindustrial.
Para o executivo, porém, o avanço dessa frente depende também de mudanças regulatórias que permitam atribuir valor econômico aos benefícios ambientais do biometano.
“Falta agora o Brasil avançar na pauta da regulamentação do atributo ambiental. É isso que vai permitir destravar os investimentos com mais velocidade e um equilíbrio de preços frente ao gás natural”, explica ele na entrevista ao programa da CNN (leia a íntegra aqui).
Para o executivo, porém, o avanço dessa frente depende também de mudanças regulatórias que permitam atribuir valor econômico aos benefícios ambientais do biometano.
“Falta agora o Brasil avançar na pauta da regulamentação do atributo ambiental. É isso que vai permitir destravar os investimentos com mais velocidade e um equilíbrio de preços frente ao gás natural”, explica ele na entrevista ao programa da CNN (leia a íntegra aqui).
Publicado originalmente em biometanonews.blogspot.com
